Entrevistas

Entrevista: Gabrielly Beccalli

23:54

Quem não gosta de modelos e do seu glamour? A beldade é a modelo capixaba Gabrielly Beccalli, que tem 24 anos, namora e faz faculdade de psicologia.
Muito simpática, ela respondeu minhas perguntinhas.



  •  Você sempre se interessou por moda? Qual a inspiração do seu estilo?
Na verdade, não. Eu comecei a respirar mais moda e a respeitar e admirar quem trabalha com isso quando comecei a trabalhar como modelo mesmo. Acho que a minha prioridade de estilo é conforto.
  • Com quantos anos começou a modelar? O que você esperava do primeiro casting e como foi?
Eu comecei relativamente velha, com 18 anos. Relativamente, pois boa parte dos (a) modelos iniciam a carreira bem cedo.
Nossa, é impressionante como me recordo bem do meu primeiro casting. Era para um desfile qualquer. Já levava uma baita desvantagem, na verdade ainda levo, já que “só” tenho 1,71 de altura. Havia muitas meninas e, como de costume, a maioria era bem maior que eu.
Uma das partes mais cômicas dessa situação foi que meu booker recomendou que eu usasse um scarpin no casting, e eu, que quase nada conhecia de sapatos e nunca fui fã de salto alto, não fazia ideia do que era isso. Ainda bem que já existia o google naqueles tempos.
Bom, acho que nem preciso dizer que, é claro, não passei no meu primeiro casting.



  • Uma peça indispensável no seu guarda-roupa atual.
Bom, acho que como o conforto começa pelos pés, não pode faltar uma bota de cano baixo. Conversa bem com vestido, com short ou com saia. Além de deixar um visual simples menos desleixado.
  •  Qual trabalho que você mais gostou de fazer?
Um único trabalho? Difícil. Amo fotografar. E quando é possível fazer um editorial mais diferente, ou um shoot mais livre que seja, é ainda melhor. Gosto bastante do tradicional catálogo e do look book, mas acho que editoriais, por exemplo, fogem mais de um padrão, assim dão maiores possibilidades de criação. 



  •  O que você gosta de fazer no tempo livre?
Gosto de bons filmes, de ler, de ir à praia, de sair, comer fora, e enfim, de estar próxima a quem me potencializa.
  • Quais são os seus planos para o futuro?
Meu plano prioritário é me formar e, posteriormente, trabalhar como psicóloga. Gosto muito de muitas das coisas que estudamos em Psicologia e quero continuar me dedicando o máximo possível às vivências que o curso me proporciona.
É claro que também pretendo continuar modelando enquanto for possível. Adoro o que faço, sou prova de que é possível conciliar estudos e carreira de modelo. Vivi experiências maravilhosas como modelo, mesmo que trabalhando somente em âmbito local. Mas tenho plena consciência de que uma carreira de modelo de excelência exige um foco muito mais pleno. 



  •  Quais dicas você dá para os leitores do blog que sonham em ser modelo? 
Desculpem o clichê, mas ser modelo exige trabalho árduo. É preciso muito desapego, independência, maturidade, é preciso arriscar, saber aprender com críticas, saber ouvir “não”, é preciso viajar constantemente, é importante também dominar outros idiomas.
  •  Você relaciona a psicologia com a moda de alguma forma?
Acho que é difícil não relacionar. As duas coisas me compõem, de certa forma. Modelar é um trabalho, acho que fiquei menos tímida e mais comprometida e levei isso para a minha postura na graduação. Algumas experiências na graduação talvez tentaram me mostrar que é preciso modelar meu olhar, analisar preconceitos e ouvir. E acho que levar isso para as minhas relações no campo da moda pode ter sido importante.






Para mais fotos do trabalho da Gabrielly, dê uma conferida na página do facebook clicando aqui.

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